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PSICOLOGIA: escolher ou ser escolhido?

Publicado por: Cleuber Roggia em: 27/01/2009


Algumas pessoas sempre dizem, quando descobrem que você é psicólogo: “sabe que sempre quis fazer psicologia”?

Pois bem, se você já ouviu alguém dizer isso, principalmente você, profissional ou acadêmico de psicologia, saiba que não é o primeiro a ouvir e nem será o último.

Se você que não é profissional ou acadêmico de psicologia, está lendo este post, por favor, não se assuste. Se um dia você disse ou pensou isso, também não se assuste. Talvez, você está escolhendo o curso que sempre quis fazer, ou não. Já ouvi muita gente dizer isso. ATENÇÃO! Não é proibido escolher psicologia, por favor, não me entendam mal.

Na verdade, o objetivo deste post é esclarecer que se você é uma daquelas pessoas que descrevi acima, faça o seguinte: questione ou questione-se, perguntando ou perguntando-se o motivo pelo qual “surgiu” esta colocação. É uma pergunta. Simples. Mas que pode responder ao questionamento em tela.

Perdoem-me este post, de certa forma, meio irônico – para uns ou muitos uns, muito irônico – mas é que fico me questionando quando me dizem isso e, claro, às vezes pergunto, questiono o motivo de ter dito: “eu sempre quis fazer psicologia”, ou “se eu não tivesse feito meu curso X, teria feito psicologia”. E assim, vou me questionando, pensando e raciocinando, até “derreter” meu cérebro – brincadeira!

Acho que devia escrever um pouco sobre isso. E escrevi. Aliás, é um bom assunto para uma roda de amigos, psicólogos, acadêmicos, aspirantes à academia, entre outros. Mas é importante – muito mais ainda – aquele que disse tal frase, objetivo deste post, questionar-se, pois escolher um curso de psicologia é uma responsbilidade prazerosa, e muito. Mas, também, trabalhosa, porque lidar com sentimentos daquele que espera de ti e está ali para buscar ser acolhido dentro de um ideal natural de cura, não é nada fácil. E ainda, lidar com seus próprios sentimentos. Realmente não é fácil, mas é muito prazeroso. É um desafio ímpar que, talvez, somente um psicólogo possa descrever. Mas, como se trata de sentimentos, as palavras ajudam a explicar. Mas palavras apenas abreviam ou são a logomarca, se assim posso dizer, de muito conteúdo psíquico a ser trabalhado e explorado. Representantes daquilo que se mostra de uma outra forma. Ditas, portanto, as palavras dão um caminho a ser seguido daquilo que não se quer dizer, ou não se pode, ou não se consegue, ou…

Portanto, fazer psicologia não é escolher psicologia. É ser escolhido por esta linda ciência. Você escolheu ou foi escolhido?

Cleuber Roggia – Psicólogo
cleuber.roggia@uol.com.br

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