Consultório de Psicologia

CRIANÇAS E TELEVISÃO

Publicado por: Cleuber Roggia em: 20/03/2009


por MARIA LUIZA LEAL PACHECO*

Os movimentos corporais das crianças se encontram “engessados” frente ao cenário virtual. Uma das formas que prendem a atenção das crianças – e muitas vezes com o incentivo dos pais – são as “babás eletrônicas educativas”, a televisão. As crianças e, principalmente, as menores, de 2 a 5 anos, ficam vivendo a realidade dos personagens, falam como eles. Até o português é dito de forma correta para a idade, não há “desvio” na língua.

Diante de tal cenário, alguns pais ficam orgulhos de seus filhos, mostram aos seus amigos e familiares como as crianças falam corretamente. Porém, essas crianças, ao serem convocadas para falar sobre outras questões que não sobre esse universo da televisão, pouco dizem ao serem questionadas. O assunto é rígido, contam as aventuras dos personagens favoritos e nada mais. Não escutam o que lhe é perguntado, evidenciando que algo não foi estabelecido, houve uma falha, no que tange à formação subjetiva.

O que pode ser feito para que as crianças possam interagir mais: criarem, brincarem, movimentarem-se. Evidentemente que, respeitando a evolução dos tempos e da tecnologia, as brincadeiras do passado poderiam somar com as do cenário atual. As “velhas” brincadeiras despertavam a criatividade e ensinavam a produzir seus brinquedos. O andar em cima de latas tinha um sabor diferente, porque eram as próprias crianças que confeccionavam tais brinquedos. Jogar amarelinha, brincar de esconde-esconde, de mamãe e filhinha, jogar vôlei, futebol, brincar de polícia-e-ladrão assumiam uma conotação que fazia a diferença na interação social e subjetiva.

Tais brincadeiras traduzem a sutileza da produção e autoria que tais brincadeiras produziam na constituição psíquica dos sujeitos em formação. Os corpos “engessados” na frente da televisão não as possibilitam representar, simbolizar e, muito menos, criar, pois elas vivenciam aquilo que está sendo transmitido pela “babá educativa”, criando falas robotizadas, pois há pouca produção nessas falas.

Os pais e os profissionais da saúde precisam estar mais atentos às sutilezas em que os sintomas aparecem na infância, pois o excesso de televisão na vida das crianças pode causar marcas, como dificuldade na aprendizagem e em interagir com as pessoas. Freud já dizia que quem brinca trabalha e consegue trocas no social, pois formou sua subjetividade. Nesta fase é preciso ter muito cuidado com as crianças para que cresçam saudáveis psiquicamente.

* Maria Luiza é psicóloga, especialista em Psicologia Clínica e mestranda em Psicologia Clínica pela PUC-RS, e é minha noiva.

Mais artigo de Maria Luiza, em www.psicologiaemcena.zip.net

Fonte do Artigo: Diário de Santa Maria, de 19 de março de 2009 – www.diariosm.clicrbs.com.br
Fonte da imagem: www.brasilescola.com (Google)

Postado por Cleuber Roggia, psicólogo

Quem somos e nossa missão

Publicado por: Cleuber Roggia em: 15/02/2009

Atualmente, nosso Consultório conta com placas de identificação, o que é básico em qualquer local de trabalho. Uma das placas, em especial, traduz o que pensamos, nossa filosofia de trabalho, e nossas metas. E é ela, tal placa, que posto agora, aí ao lado(clique na placa para melhor visualizá-la). As demais, apontam nossas salas e nossas especialidades.

As placas de sinalização de nosso Consultório foram produzidas por nós e confeccionadas por Tecno Signs, Santa Maria-RS. E nossa logo, como já publicado aqui, quem confeccionou foi ciadalogo.com.

Não deixem de visitar o restante de nosso site/blog.

Obs: nesta placa, meu CRP (Cleuber Roggia é 04/14.913, ou seja, está errado, pois é 07/14.913)
Cleuber Roggia

PSICOLOGIA: escolher ou ser escolhido?

Publicado por: Cleuber Roggia em: 27/01/2009


Algumas pessoas sempre dizem, quando descobrem que você é psicólogo: “sabe que sempre quis fazer psicologia”?

Pois bem, se você já ouviu alguém dizer isso, principalmente você, profissional ou acadêmico de psicologia, saiba que não é o primeiro a ouvir e nem será o último.

Se você que não é profissional ou acadêmico de psicologia, está lendo este post, por favor, não se assuste. Se um dia você disse ou pensou isso, também não se assuste. Talvez, você está escolhendo o curso que sempre quis fazer, ou não. Já ouvi muita gente dizer isso. ATENÇÃO! Não é proibido escolher psicologia, por favor, não me entendam mal.

Na verdade, o objetivo deste post é esclarecer que se você é uma daquelas pessoas que descrevi acima, faça o seguinte: questione ou questione-se, perguntando ou perguntando-se o motivo pelo qual “surgiu” esta colocação. É uma pergunta. Simples. Mas que pode responder ao questionamento em tela.

Perdoem-me este post, de certa forma, meio irônico – para uns ou muitos uns, muito irônico – mas é que fico me questionando quando me dizem isso e, claro, às vezes pergunto, questiono o motivo de ter dito: “eu sempre quis fazer psicologia”, ou “se eu não tivesse feito meu curso X, teria feito psicologia”. E assim, vou me questionando, pensando e raciocinando, até “derreter” meu cérebro – brincadeira!

Acho que devia escrever um pouco sobre isso. E escrevi. Aliás, é um bom assunto para uma roda de amigos, psicólogos, acadêmicos, aspirantes à academia, entre outros. Mas é importante – muito mais ainda – aquele que disse tal frase, objetivo deste post, questionar-se, pois escolher um curso de psicologia é uma responsbilidade prazerosa, e muito. Mas, também, trabalhosa, porque lidar com sentimentos daquele que espera de ti e está ali para buscar ser acolhido dentro de um ideal natural de cura, não é nada fácil. E ainda, lidar com seus próprios sentimentos. Realmente não é fácil, mas é muito prazeroso. É um desafio ímpar que, talvez, somente um psicólogo possa descrever. Mas, como se trata de sentimentos, as palavras ajudam a explicar. Mas palavras apenas abreviam ou são a logomarca, se assim posso dizer, de muito conteúdo psíquico a ser trabalhado e explorado. Representantes daquilo que se mostra de uma outra forma. Ditas, portanto, as palavras dão um caminho a ser seguido daquilo que não se quer dizer, ou não se pode, ou não se consegue, ou…

Portanto, fazer psicologia não é escolher psicologia. É ser escolhido por esta linda ciência. Você escolheu ou foi escolhido?

Cleuber Roggia – Psicólogo
cleuber.roggia@uol.com.br

Pela porta da frente 2

Publicado por: Cleuber Roggia em: 16/01/2009

AGORA É NA PUC!

Parabéns à Maria Luiza, aprovada no mestrado da PUC. Tanto esforço haveria de ter recompensa.
Ser aprovada na seleção de um mestrado pela PORTA DA FRENTE, não tem preço. E foi assim e assim será. Méritos próprios. Que a caminhada continue, enquanto aguardamos novas aprovações, certamente. E, claro, pela PORTA DA FRENTE.

Desejos de Cleuber e Adaiane e mais um monte de gente!

consultoriodepsicologia.org

Mestrado em Psicologia UNISINOS

Publicado por: Cleuber Roggia em: 19/12/2008

Parabéns à Psicóloga Maria Luiza Leal Pacheco, pela aprovação em PRIMEIRO LUGAR na seleção para o mestrado de Psicologia Clínica, da UNISINOS. Tudo por méritos próprios, por muito estudo e dedicação, por lutar a cada dia pelo que se quer e ser reconhecida por isso pelos familiares e amigos, dentre tantas outras pessoas.

Ser aprovada na seleção de um mestrado pela PORTA DA FRENTE, não tem preço. E foi assim e assim será. Méritos próprios. Que a caminhada continue, enquanto aguardamos novas aprovações, certamente. E, claro, pela PORTA DA FRENTE.

Estaremos sempre contigo.
Cleuber e Adaiane.

Consultório de Psicologia
LINK da lista de selecionados: clique aqui

EM TEMPO: Maria Luiza foi classificada, também, na suplência, no mestrado em psicologia clínica da PUC-RS. Aguardamos e torcemos por mais uma aprovação.

consultoriodepsicologia.org

Artigo de Maria Luiza Leal Pacheco

Publicado por: Cleuber Roggia em: 27/10/2008

Abaixo, deixo o link para o artigo da psicóloga Maria Luiza Leal Pacheco, na Revista Contemporânea-Psicanálise e Transdisciplinaridade.

Vocês vão adorar:

Construções em Análise: entrelaçamento de uma monstra(ação)!

consultoriodepsicologia.org

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Publicado por: Cleuber Roggia em: 09/10/2008


O Consultório de Psicologia vem, por meio desta Nota de Esclarecimento, abordar sobre a sua logomarca e seus direitos autorais.

A logomarca de nosso Consultório foi criada em 2007, pela designer Karin Schwarz, diretora do site ciadalogo.com.br, após estudos da equipe do Consultório, baseando-se na sua história.

Infelizmente, a logo foi copiada por pessoas desavizadas (nomes em sigilo), mas o “equívoco” foi solucionado e o material distribuído está sendo retirado de circulação, prevalecendo, assim, o bom senso necessário para a salutar convivência profissional.

Nossa logo é protegida por direitos autorais e só pode ser utilizada pelo Consultório de Psicologia (e seus profissionais). Quem acessar o www.ciadalogo.com.br, poderá verificar quem criou a logo e, quem sabe – sugiro – contratar o serviço de Karin para iniciar o processo de criação de sua marca.

Confiamos e acreditamos que ninguém usou de ma fé quanto ao copiar nossa logo (que carrega nossa história, curta, mas significativa dentro da psicologia que tanto amamos).

Atenciosamente,
Psicólogos Cleuber Roggia, Maria Luiza L. Pacheco e Adaiane Baccin.

NOSSA LOGOMARCA E SEU SIGNIFICADO, por Karin Schwarz (designer)

A cabeça humana é “envolvida” pelo símbolo da psicologia, a letra grega “psi”, representando as tríades “Sexualidade, Autoconservação e Espiritualidade” e Ego, Id e Superego”. O movimento de abraço, sugerido pelo tridente em relação à pessoa, foi utilizado para favorecer a sensação de acolhimento do paciente (cabeça) pelo consultório (“psi).

Uma logomarca, para os desavizados, é uma história e não apenas uma marca. Da mesma forma que é para um clube de futebol, como, por exemplo, Internacional e Grêmio. Construa sua marca com profissionais. Um profissional, contrata outro.

Postado por
Cleuber Roggia – Psicólogo
CRP 07/14.913 – psi.cleuber@consultoriodepsicologia.org

Mudança de endereço

Publicado por: Cleuber Roggia em: 24/07/2008

Tudo muda. Nós também. Estamos mudando de endereço. É fácil. É para a sala ao lado, no mesmo prédio, no mesmo número, no mesmo endereço. Apenas, agora, a sala será 403 e, não mais, a 404.

Estamos mudando para melhorar nossos serviços e, obviamente, melhorar para o nosso objetivo maior, nosso paciente.

Acreditamos que qualidade é fundamental em tudo e sempre buscaremos o ideal de qualidade.

Obrigado!

consultoriodepsicologia.org

Abrem-se as cortinas e deixem a expressividade fluir…

Publicado por: Cleuber Roggia em: 11/07/2008

por Maria Luiza Pacheco

A expressividade através do teatro é um leque que potencializa nos sujeitos a experiência do ato da criação. Tal experiência ultrapassa todos os sentidos corporais. O corpo é um importante instrumento que pode tanto absorver e refletir informações com o mundo externo e também com o mundo interno, é um meio por excelência de comunicação.

A produção da experiência ultrapassa todos os sentidos corporais, pois quando os sujeitos se entregam para a teatralidade há uma sintonia indescritível entre esses dois mundos e diante disso, muitas questões individuais podem ser trabalhadas, pois o corpo torna-se um receptáculo, uma matéria permeável de fabricação de sentidos.

Conforme, DERDYK[1] (2001) o corpo que é habitado por um mim, imerso neste leque quase infindável de eventos perceptíveis e fugazes, é bombardeado a todo instante.

O jogo de criação através desta proposta teatral é uma estratégia utilizada para captarmos as vivências incomunicáveis, aquelas que ficam submersas no inconsciente, tal metodologia é uma âncora a qual lançamos para captarmos a forma, a linguagem que estava habitada de alguns curtos-circuitos (conflitos), de alguns descompassos, isto acontece porque o corpo habitado pelo sujeito está em desalinho com as experiências provindas do mundo externo expressando a crise de um circuito incessante entre e receptáculo e o receptor, por isso o trabalho com o teatro se torna um meio para acionar o ato criativo e reconstruir algumas experiências.

A vivência de um corpo precisa ser a povoada de experiências entrelaçadas as quais intermediam as experiências dos dois mundos, do mundo externo onde fica a fonte de informações sensoriais, e do outro lado cabe a função de através de tal técnica reapresentar a esse mundo a um corpo de experiências reconstruídas e reconceituadas. Convergência focal entre a alteridade e continuidade

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[1] DERDYK, René. Ponto de Chegada, ponto de partida. In: A invenção da vida: arte e psicanálise. Porto Alegre: artes e ofícios, 2001.

Fonte: www.psicologiaemcena.zip.net
E-mail: psi.marialuiza@consultoriodepsicologia.org

Postado por Cleuber Roggia
psi.cleuber@consultoriodepsicologia.org

Conselho Regional de Psicologia em Santa Maria

Publicado por: Cleuber Roggia em: 09/07/2008

É importante participar, pois é, no mínimo, salutar à profissão.

CRPRS em Santa Maria

Dando seqüência à série de encontros “Diálogos com o CRP”, o Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul promove evento neste sábado, 12 de julho, em Santa Maria. O evento será no Plenarinho da Câmara de Vereadores de Santa Maria, das 9h às 15h.

Serão debatidas questões atuais que permeiam a prática profissional, como a inclusão da psicoterapia nos planos de saúde, a avaliação psicológica em concursos públicos e a relação com o Judiciário. Também será apresentado o projeto de interiorização das ações do CRPRS, visando a uma maior aproximação com a categoria.

A entrada é franca!

Confira as datas dos próximos encontros agendados:
12 de julho – Santa Maria
02 de agosto – Passo Fundo
06 de setembro – Santa Cruz do Sul
04 de outubro – Santo Ângelo
25 de outubro – Lajeado
01º de novembro – Ijuí
29 de novembro – Torres
06 de dezembro – Porto Alegre

Fonte: crp07.org.br

Postado por Cleuber Roggia – blogdocleuber.com

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